sexta-feira, 9 de outubro de 2009

8, 18, 28


Bom, bom, bom. Outubro. Chegou a reta final.

Paro sobre o teclado alguns segundos. Faz dias não venho aqui. Fiquei admirando Marcelinho Paraíba - o maior jogador deste Campeonato - fazendo Gol Olímpico em Rogério Ceni. E carregando o Coxa nas costas. Atlas.

28 jogos realizados. Vou olhar a 8ª e a 18ª rodadas.

O Coritiba de Marcelinho estava entre os 4 na boca do jacaré. Com muito esforço, saiu e é o 15º. Bom. Seria uma pena o Brasileirão sem o Coxa.

Lá em cima, o Palmeiras era o 5 na rodada. Foi para a liderança na 15ª e de lá não mais saiu. Já o Atlético Mineiro marcou touca. Era o líder na 8ª, virou número 2 na 18ª e é o 5 agora.

O Internacional tem a segunda melhor regularidade, depois do Palmeiras: era o 2 na 8ª, virou o 4 na 18ª e agora é o 3.

Lá embaixo, há também regularidade na desgraça: o Náutico, que de lá não sai faz tempo. E o Fluminense, depois que lá entrou na 10ª rodada, nunca mais saiu; pior: aboletou-se no último lugar a partir da 17ª e não cede a vaga.

Por último, cruzados, estão Avaí e Barueri. O Avaí era o 19 na 8ª e é o 11 hoje. E o Barueri era o 4 na 8ª, caiu para 13.

Formaram-se, depois de muita demora, os três esperados blocos: Frente, Meião e Rabeira.

Na Frente, Palmeiras, São Paulo, Internacional, Atlético Mineiro e Goiás. O Meião vem de Flamengo em 6º até Coritiba em 15º. E Botafogo, Santo André, Náutico, Sport e Fluminense fazem a Rabeira. Uma pena para o futebol do Pernambuco, estado do qual gosto tanto.

Mario Avila estava com saudades.





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